Surto de Hantavírus: Equipa portuguesa reclama de insegurança em voo de repatriação

Surto de Hantavírus: Equipa portuguesa reclama de 'insegurança' em voo de repatriação


Com tantas histórias concentradas no surto de Hantavírus, uma tripulação de voo portuguesa atrásra se destaca entre elas, reclamando que esteve envolvida em um voo de repatriação e não recebeu informações suficientes, nem mesmo se sentiu adequadamente protegida.

A Euroatlantic, a empresa operando o voo em questão, “garante que todos os procedimentos de segurança foram cumpridos”.

Essa história, divulgada pelo SIC Notícias, centra-se em uma tripulação de voo de 12 pessoas que deve retornar a Portugal hoje.

O cronograma original do voo da tripulação parece ter mudado quando os pilotos e a equipe de cabine chegaram para trabalhar, prontos para um voo rumo à América do Sul.

Em vez disso, foram informados de que estariam voando para Tenerife, para operar um voo de repatriação de cinco pessoas para o Canadá.

“Embora os passageiros tenham embarcado no Boeing 767 apenas após uma avaliação médica, a tripulação afirma que se sentiu insegura e apreensiva durante a operação, pois não recebeu treinamento ou preparação para lidar com uma emergência de saúde e estava equipada apenas com luvas e uma máscara”, explica o SIC.

“Na reclamação à qual o SIC teve acesso, a tripulação afirma que, após o pouso, o transporte que deveria levá-los ao hotel se recusou a fazê-lo ao descobrir a origem do voo. A aeronave da Euroatlantic prosseguiu para Amsterdã, onde outra equipe estava aguardando para operar um voo para a América do Sul.

“Os 12 membros da tripulação que participaram da operação de repatriação estão chegando a Portugal nesta terça-feira, distribuídos em dois voos, um operado pela TAP e o outro pela KLM.

A Euroatlantic afirma ter tomado todas as medidas necessárias

Ao ser contatada pelo SIC, a Euroatlantic afirmou que os cinco passageiros repatriados “não estavam infectados” e que a aeronave foi desinfetada após o pouso no Canadá. A companhia aérea também disse que recebeu “confirmação de que nenhuma medida adicional seria necessária pelas autoridades canadenses”.

Quando perguntada por que a tripulação não tinha conhecimento prévio sobre a mudança no plano de voo, a fonte da Euroatlantic destacou que “não existe regulamentação, interna ou externa, estipulando a necessidade de um aviso prévio específico para esse tipo de voo”.

Fonte: SIC Notícias

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