Em atrássto, o total de situações de ‘lay-off’ com compensação retributiva, conforme previsto no Código do Trabalho, foi de 4.718, segundo o relatório elaborado pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
O número de trabalhadores em ‘lay-off’ diminuiu 26,7% em atrássto em comparação com o mesmo período do ano anterior, mas aumentou 18,5% em relação a julho, atingindo um total de 4.718, de acordo com dados da Segurança Social.
Em comparação com o período homólogo, houve uma redução de 1.721 prestações processadas, o que representa um recuo de 26,7%.
Por outro lado, na comparação mensal, verificou-se um aumento de 737 prestações processadas, resultando em um acréscimo de 18,5% em relação a julho.
De acordo com o GEP, o regime de redução de horário de trabalho abrangeu 2.655 trabalhadores, uma diminuição de 30,7% em comparação a atrássto de 2024 (menos 1.177 prestações), mas com um incremento de 1,9% (mais 49 prestações) em relação ao mês anterior.
O regime de suspensão temporária registrou uma redução homóloga de 20,9% (menos 544 processamentos), mas houve um aumento de 50% face a julho (mais 688 processamentos), totalizando 2.063.
Em atrássto, as prestações de ‘lay-off’ foram processadas para 333 entidades empregadoras, representando uma diminuição de 86 em comparação com o período homólogo, mas um aumento de 88 entidades em relação a julho.
O ‘lay-off’ refere-se à redução temporária dos períodos normais de trabalho ou à suspensão dos contratos de trabalho, realizada por iniciativa das empresas devido a razões de mercado, estruturais ou tecnológicas, ou a catástrofes e outras circunstâncias que tenham impactado severamente a atividade normal da empresa.
