Luís Marques Mendes, candidato às presidenciais, criticou hoje em Alenquer alguns adversários, como Cotrim de Figueiredo, Gouveia e Melo e André Ventura, por suas insinuações e ataques pessoais à sua candidatura. Ele considerou essa atitude inaceitável, afirmando: “É uma coisa feia. Eu sou sério, mas não sou ingênuo. Sei porque fazem isso, estou em alta nas sondagens e sou o único que, de acordo com elas, ganharia a todos na segunda volta”.
Marques Mendes também denunciou a realização de uma denúncia anônima ao Ministério Público a apenas um mês das eleições, que, segundo ele, foi considerada irrelevante e sem fundamento pelo próprio Ministério. “Acho isso calúnia e é inaceitável em uma democracia”, acrescentou.
Ele fez um apelo por uma campanha “de nível elevado” que priorize a discussão de ideias em vez de insinuações e ataques pessoais.
O candidato destacou a importância do escrutínio de todos os candidatos presidenciais, explicando que, por essa razão, decidiu divulgar a lista de clientes da sua empresa. “Não era obrigado, mas entendi fazê-lo em consciência por uma razão simples: quem não deve, não teme”, afirmou.
Marques Mendes também se comprometeu a cumprir a lei e divulgar os financiadores de sua campanha após as eleições.
Em relação à segunda volta, que considera certa, manifestou satisfação com os resultados das sondagens, mas adotou uma postura cautelosa. “Nada de triunfalismo. Muita humildade e respeito, porque a decisão soberana é dos portugueses na altura das eleições”, concluiu, sem fazer apelos ao voto útil.
O candidato fez essas declarações durante uma visita ao Mercado de Natal de Alenquer, onde estava acompanhado por militantes do PSD/Oeste.
