O Festival Literário Internacional de Óbidos celebra dez anos com debates sobre as fronteiras: físicas, políticas, culturais e simbólicas. O evento contará com a presença de três laureados com o Nobel de Literatura.
No dia 11 de julho de 2012, foi registrada uma foto do escritor húngaro László Krasznahorkai em sua casa em Pilisszentiván, a 20 km ao norte de Budapeste, Hungria. A Academia Sueca agraciou László Krasznahorkai com o Prêmio Nobel de Literatura 2025 por sua ‘prosa visionária e apocalíptica’ em 09 de outubro de 2025.
Para os mais distraídos, é bom já dar um aviso: o Fólio é um festival literário que discute ideias e política, provoca desconforto e estimula o pensamento. Não é uma receita médica, mas poderia ser. Em vez de medicamentos, teríamos a escuta como forma de terapia. Entenda-se, escuta ativa, de romancistas, poetas, filósofos, artistas e pensadores de várias áreas.
Este é o propósito do Fólio – Festival Literário Internacional de Óbidos, que ocorrerá até 19 de outubro, numa edição que celebra dez anos de existência, com o tema “Fronteiras”. Não apenas limites geográficos e culturais, mas também fronteiras da linguagem, da identidade e da própria natureza humana.
Dentre os destaques, está a presença prevista, no último dia do festival, do recém-anunciado Nobel de Literatura 2025, László Krasznahorkai.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 10 de outubro.
