Em Portugal, a Tabaqueira – subsidiária da PMI – destaca-se como um polo industrial e tecnológico de referência, gerando aproximadamente 1.500 empregos diretos e prevendo 887 milhões de euros em exportações para 2024, segundo a empresa.
Recentemente, a Philip Morris International (PMI) apresentou um estudo da EY-Parthenon que aponta seu impacto econômico na União Europeia entre 2019 e 2023. Foram mais de 43 mil milhões de euros investidos, com um milhão de postos de trabalho apoiados, quase 20 mil milhões alocados a mais de 45 mil pequenas e médias empresas (PME) fornecedoras, 2,3 mil milhões aplicados em pesquisa e desenvolvimento, e mais de 33 mil milhões em exportações originadas da UE – um contributo que resulta em um impacto econômico global próximo dos 290 mil milhões de euros.
“Esses resultados refletem a transformação da PMI em direção a um futuro sem fumaça, baseado na inovação, na qualificação e na resiliência industrial europeia”, afirma o grupo.
Esse impacto na Europa se traduz diretamente em Portugal, onde a Tabaqueira é um polo industrial e tecnológico de referência. Em seu último ano fiscal, a empresa gerou 1,19 mil milhões de euros em receitas fiscais para o Estado e um impacto econômico estimado de mais de 410 milhões de euros através de compras a fornecedores nacionais.
Massimo Andolina, Presidente da Região Europa da PMI, enfatiza que “nosso investimento total na União Europeia ultrapassou os 43 mil milhões de euros (2019 a 2023), resultando em um impacto econômico global próximo dos 290 mil milhões em toda a União. Investimos principalmente no que mais importa: as pessoas. Apoiamos mais de um milhão de postos de trabalho na UE, promovemos a qualificação e reforçamos as economias locais.”
“Andamos direcionando quase 20 mil milhões para nossa cadeia de abastecimento, fortalecendo o ecossistema industrial europeu e regional. Além disso, apoiamos a agricultura sustentável, adquirindo tabaco produzido na Europa e auxiliando os agricultores europeus”, acrescenta.
“Desde 2008, a PMI investiu mais de 14 mil milhões de dólares a nível global para desenvolver, avaliar cientificamente, produzir e comercializar produtos inovadores sem fumaça, com um objetivo ambicioso: pôr fim à era do cigarro. Isso não se resume apenas a números, mas sim a transformação e progresso. A nossa transição para o sem fumaça está gerando mudanças reais e positivas, com a Europa como motor: atualmente, mais de 40% das nossas receitas líquidas globais provêm de produtos sem fumaça, fabricados em 15 das nossas 19 fábricas europeias. A UE deve adotar uma abordagem urgente para o futuro e criar um enquadramento regulatório que atraia investimentos, acelere a inovação e valorize o capital humano. Este estudo demonstra nosso compromisso: o progresso está em curso – o futuro sem fumaça está sendo construído todos os dias, aqui na Europa”, conclui Massimo Andolina.
